Mateus 14:25, "Por volta das quatro horas da madrugada, Jesus foi na direção deles, andando sobre o mar".
Os discípulos enfrentavam uma tormenta inesperada. Assustadora.
O mar da sua vida está calmo? Não há tormentas em sua existência? Graças a Deus!
Mas... cuidado!
A experiência dos discípulos se repete hoje. Há pessoas que passam por momentos de grande tormenta:
- Sua tormenta pode ser falta de dinheiro para pagar os estudos.
- Sua tormenta pode ser um relacionamento que não se arruma. Uma família destruída. Um noivado inseguro. Um namoro que vai de mal a pior.
- Sua tormenta pode ser a raiva que você tem de uma pessoa que lhe fez uma terrível maldade, e você não a consegue perdoar.
- Sua tormenta pode ser um pecado no fundo da alma, que só você conhece. Só você e Deus.
- Sua tormenta pode ser a péssima notícia dada pelo médico.
- A tormenta pode ser um acidente.
Jesus Cristo aparecendo no meio da madrugada nos ensina uma profunda verdade: Não importa a intensidade de nossa tormenta; se decidirmos caminhar nas águas ao lado de Deus, Jesus Cristo pode aparecer para revelar-nos o Seu poder.
E fará isso no momento em que menos esperamos. Pode esperar; Ele nunca falha.
Confiança, Esperança, Fé: em Cristo. Atitude poderosa para enfrentar as tormentas da vida.
Pense nisso.
Este espaço virtual serve para partilhar ideias e materiais com os meus alunos do UNASP-EC.
domingo, 24 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
REFLEXÃO
QUANDO...
Autor
desconhecido
Quando o sonho se desfaz, Deus reconstrói;
Quando se acabam as forças, Deus renova;
Quando é
inevitável
conter as lágrimas, Deus
dá
alegria;
Quando não
há
mais amor, Deus
o faz nascer;
Quando a maldição
é
certa, Deus
transforma em bênção;
Quando parece ser o final, Deus
dá
novo começo;
Quando a aflição
quer persistir, Deus
nos envolve com a paz;
Quando a doença
assola, Deus é
quem cura;
Quando o impossível se levanta, Deus
o torna possível;
Quando faltam as palavras, Deus sabe o que
queremos dizer;
Quando tudo parece se fechar, Deus abre uma nova
porta;
Quando você
diz: não
vou conseguir, Deus
lhe diz: não
tema, pois estou com você;
Quando o coração
é
machucado por alguém, Deus
é
quem derrama o bálsamo
curador;
Quando não
há
possibilidade, Deus
faz o milagre;
Quando só
há
morte, Deus
nos faz persistir;
Quando a noite parece não ter fim, Deus
faz nascer o amanhecer;
Quando caímos
num profundo abismo, Deus
estende Sua mão
e nos tira de lá;
Quando tudo é
dor, Deus
dá
o refrigério;
Quando o calor da provação é grande, Deus dá a sombra da Sua
presença;
Quando o inverno parece infinito, Deus
traz o verão;
Quando não
existe mais fé, Deus
diz: acredita;
Quando estamos a um passo do inferno, Deus
nos dá
a direção
do céu;
Quando não
temos nada, Deus
nos dá
tudo;
Quando alguém
diz que não
somos nada, Deus
nos diz que somos mais que vencedores;
Quando difícil
se torna o caminhar, Deus
nos carrega no Seu colo.
Deus pode TUDO!
REFLEXÃO
PEDI A DEUS...
Autor desconhecido
Eu
pedi a Deus para remover meu orgulho, e Deus disse "Não".
Ele disse que não era tarefa apenas dEle, mas
que era para eu abrir mão para a atuação
de Seu Espírito em mim.
Eu
pedi a Deus para que meu irmão paraplégico
fosse uma criança normal, e Deus disse "Não".
Ele disse que em breve nosso corpo será transformado; o corpo atual é
apenas temporário.
Eu
pedi a Deus para me dar paciência, e Deus disse "Não".
Ele disse que paciência é
resultado de abnegação e de tribulação,
e que deveria ser conquistada aos poucos.
Eu
pedi a Deus para me dar felicidade, e Deus disse "Não".
Ele disse que me dá bênçãos
e segurança. Felicidade depende de minha
atitude de espírito.
Eu
pedi a Deus para dividir minha dor com Ele, e Deus disse "Não".
Ele disse que o sofrimento nos afasta das coisas mundanas e nos deixa mais
perto dEle.
Eu
pedi a Deus tudo para desfrutar a vida, e Deus disse “Não”.
Ele disse que era melhor me dar a vida para desfrutar de tudo.
Eu
pedi a Deus para ser forte a fim de executar grandes projetos, e Deus disse “Não”.
Ele disse que me conservaria fraco para que eu fosse humilde.
Eu
pedi a Deus riqueza, para ter de tudo, e Deus disse “Não”.
Ele disse que era melhor eu não ter riquezas, pois assim -
quem sabe - eu não seria egoísta.
Sabe
de uma coisa? Mesmo não tendo tudo o que pedi,
recebi muito mais do que eu esperava.
terça-feira, 12 de março de 2013
Sociologia da Religião
O CRISTÃO E A CULTURA
H. Richard Niebuhr (1894-1962), apresentou em
seu livro Cristo e cultura cinco categorias de classificação do
relacionamento entre o cristão e a cultura, fornecendo, assim, ferramentas para
descrever a forma que os cristãos encaram questões sociais, éticas, políticas e
econômicas
1. O cristão contra a cultura
Os que seguem esta corrente enfatizam que, diante da natureza decaída da
criação, é necessário que se criem estruturas alternativas, e que estas sigam
mais de perto o chamado radical do evangelho. Resumidamente, a cultura é caída,
má e demoníaca; rejeite tudo.
2. O cristão da cultura
Os ensinos do evangelho têm íntima relação com as estruturas culturais, num
processo de acomodação a esta. Ou seja, toda e qualquer cultura é incorporada
no cristianismo.
Apesar das objeções que são lançadas a esta posição, ela tem sido influente
na história da igreja. Os ensinos de gnósticos do século III, Abelardo de Paris
(1079–1142) e dos teólogos liberais do século XIX refletem esta posição.. A
igreja evangélica na Alemanha, por influência deste entendimento, trocou seu
nome para Igreja do Reich e seus pregadores juraram obediência a Hitler.
O fundamentalismo americano acabou espelhando esta posição, afirmando os
valores básicos da cultura dos Estados Unidos. Aqui no Brasil, se por um lado
rejeitamos toda cultura local (o cristão contra a cultura), por outro acabamos
abraçando a cultura americana (o cristão da cultura), como se ela fosse uma
cultura cristã e achamos que uma cultura é intrinsicamente superior a outra.
3. O cristão acima da cultura
Este é o conceito católico, influenciado por Clemente de Alexandria
(c.150–c.215) e Tomás de Aquino (1225–1274), que busca uma unidade entre o
cristão e a cultura, onde toda a sociedade aparece hierarquizada. Na Idade
Média o ensino eclesiástico alcançou quase todos os aspectos da sociedade: suas
práticas religiosas formaram o calendário; seus rituais marcaram momentos
importantes (batismo, confirmação, casamento, ordenação) e seus ensinamentos
sustentavam crenças sobre moralidade, significado da vida e a vida após a
morte. A igreja e sua mensagem são institucionalizadas e o que deveria ser
condicionado culturalmente é absolutizado. Neste terceiro modelo, o que é
levado não é o evangelho, mas uma cultura.
4. O cristão e a cultura em paradoxo
Posição comumente associada a Martinho Lutero (1483-1546) e Søren
Kierkegaard (1813-1855). Esta posição mantém o entendimento bíblico da queda e
da miséria do pecado, e o chamado para se lidar com a cultura. A relação do
cristão com a cultura é marcada por uma tensão dinâmica entre a ira e a
misericórdia.
Lutero enfatizou este tema com sua doutrina dos “dois reinos”: a mão
esquerda, mundana, segura a espada do poder no mundo, enquanto a mão direita,
celeste, segura a espada do Espírito, a Palavra de Deus. Não se pode tentar
coagir a fé, nem se pode tentar acomodar a fé aos modos seculares de
pensamento.
Um exemplo: espancamento feminino. A mulher deve processar o marido? Nesta
visão paradoxal, como cristã, ela não deveria (pois o crente não leva outro ao
tribunal secular), mas como cidadã, sim. Então, a mulher vive um conflito
paradoxal.
5. O cristão como agente transformador da cultura
A cultura deve ser levada cativa ao senhorio de Cristo. Sem desconsiderar a
queda e o pecado, mas enfatizando que, no princípio, a criação era boa, os que
estão nesse grupo enfatizam que um dos objetivos da redenção é transformar a
cultura. Sendo assim, por mais iníquas que sejam certas instituições, elas não
estão fora do alcance da soberania de Deus. Ou seja, mesmo sabendo da queda, o
cristão não abandona a cultura (o cristão contra a cultura), mas busca
redimi-la, levá-la aos pés de Cristo.
Agostinho (354-430), João Calvino (1509-1564), John Wesley (1703-1791) e
Abraham Kuyper (1837-1920) são alguns dos que entenderam que os cristãos são
agentes de transformação da cultura, posição que é exposta nesta obra de
Niebuhr. Em Apocalipse, vemos que Deus redime tanto a pessoa, como a
diversidade cultural.
Nesta posição, não há divisão entre o sagrado e o profano – essa é uma
dicotomia católica (a divisão sagrado/profano afirma que na igreja fazemos
atividades sagradas e, no mundo, atividades profanas; ou seja, rezar, ser padre
é algo sagrado, mas construir um prédio e ser um engenheiro são coisas
profanas). A divisão bíblica é entre o que é santo e está em pecado; e que está
em pecado deve ser santificado.
Síntese apresentada em:
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/02/franklin-ferreira-o-cristao-e-a-cultura/#axzz2Mekvzenj
Sociologia - Série "Como Jesus Tratava as Pessoas"
COMO JESUS TRATOU OS MARGINALIZADOS
Fernando das Flores de Oliveira
Texto – Lucas 5:27-31
O Homem e o Senso de Comunidade
A declaração de que o homem não deve viver sozinho, vem de ninguém menos que o próprio Criador, Deus. Ao criar o ser humano Deus afirmou: não é bom que o homem esteja só.... Gn. 2:18. O homem possui uma necessidade inerente de inclusão entre seus semelhantes, necessidade esta colocada no homem pelo Seu Criador.
Pecado, o Fator que Marginaliza
O pecado, no entanto entrou na história humana como um desaglutinador, separou o homem de Deus, Caim e Abel, Caim e sua descendência de Sete e sua descendência, levou o ser humano à construção da torre de Babel, onde houve a divisão da humanidade em grupos de mesmo idioma. Por causa do pecado, em algum momento da história – não sei segundo qual padrão, se todos os homens descendem daquele que foi feito à imagem e semelhança de Deus – alguns homens começaram a se sentir superiores aos outros, os tidos por inferiores passaram a compor a classe dos marginalizados.
Jesus e os Marginalizados
Um dos significados para marginalizar é: impedir de participar – no contexto em que Jesus veio, onde a religião era ritualística e participativa, marginalizar alguém era uma verdadeira crueldade, e de fato essa era a cruel verdade. Vários grupos eram marginalizados nos dias de Jesus: Os pobres, Jo. 7:49; os doentes Jo. 9:1-2, Lc. 18:35-39; os publicanos Lc. 19:7.
E foi justamente dentre os publicanos, provavelmente o grupo mais marginalizado da sociedade judaica da época de Jesus, que o quinto discípulo a ser escolhido, Levi Mateus, foi chamado, o que o levou a dar um banquete como forma de agradecer a Jesus e colocar seus amigos – de péssima reputação – em contato com Jesus, que prontamente aceitou o convite para o banquete, porque Jesus veio para os pecadores.
Escreveu Ellen White: Para Ele, as distinções exteriores não tinham nenhum valor. O que Lhe falava ao coração era a sede da alma pela água da vida. DTN 274
Nós e os Marginalizados
Nunca se falou tanto em inclusão como em nossos dias e nunca houve tantos marginalizados – de todas as classes – como há hoje.
Lembremos que Jesus sendo Deus se marginalizou para que os excluídos fossem incluídos, não na lista das celebridades, mas na lista mais importante do universo, o livro da Vida do Cordeiro. Vamos anunciar essa mensagem de maneira tão inclusiva como nosso Salvador fez.
Sociologia - Série "Como Jesus Tratava as Pessoas"
COMO JESUS TRATOU O LEPROSO
Johêdyr Cartaxo
Frequentemente em nossa sala, recebemos pedidos de oração em prol de pessoas doentes; essa é uma triste realidade presente no nosso mundo desde a entrada do pecado. Antigamente, as doenças não estavam associadas unicamente a entrada do pecado no planeta mas, comumente, eram associadas a entrada do pecado no próprio indivíduo (Lv 13:51 e 52).
Apesar de existirem vários tipos de doenças, diversas formas de uma enfermidade se apresentar, sem dúvida, nos tempos bíblicos, as enfermidades de pele eram as mais dramáticas. O procedimento para com os doentes está descritos em Levítico 13 e 14.
Historicamente, sabemos que no caso da lepra, (1) o indivíduo era expulso de casa e da comunidade, (2) passava a habitar em cavernas fora da cidade (Lv 13:46) e, sempre que se aproximasse de pessoas sãs, (3) deveria pronunciar aos gritos: “Imundo! Imundo!” (Lv 13:45) – procedimento que, se não efetuado, autorizava as pessoas a apedrejá-lo.
Como essas regras estavam válidas nos dias de Jesus, o relato da cura do leproso descrito em Mateus 8:1-3 (Mc 1:40-44 e Lc 5:12-14) no estimula a pensar em detalhes daquele milagre de Jesus, um dos poucos relatados nos três evangelhos sinóticos.
É difícil imaginar alguma situação que viabilizasse um encontro entre Jesus e um leproso; as multidões que seguiam o mestre (Mt 8:1) já o respeitavam e, certamente, impediriam tal contato, afinal, como a lepra era altamente contagiosa, se Jesus fosse contaminado, deveria ser expulso da comunidade.
Esse fato nos estimula a imaginar a dificuldade que o leproso teve para conseguir chegar até Jesus. Imagino que ao ver Cristo de longe cercado por uma multidão, ele tenha desistido do encontro, no entanto, cansado da viagem e, preocupado se se corpo aguentaria mais impactos da caminhada resolveu enfrentar a multidão.
Imagino que ao chegar perto dos últimos entre as fileiras ele gritava: “Imundo! Imundo!” e seguia se aproximando em direção à Jesus; as pessoas se entreolhavam e se afastavam e, certamente, alguns empunharam pedras e as arremessaram contra o leproso – era a única forma de se protegerem e resguardarem o Mestre.
Por causa disso, é fácil acreditar que algumas pedras atingiram o leproso, a tal ponto de o impedirem de continuar o seu caminho e, logo ali, no meio da multidão, ele caiu e, sem forças, esperou a última pedrada, aquela que declararia a sua morte. Como sabemos, ele não morreu ali e, idealizo que isso só aconteceu porque, ao mesmo tempo em que ele vinha de um lado da multidão em direção a Jesus, o Mestre vinha do outro em sua direção; quando caiu no chão, sem forças, foi também o momento que Jesus chegou ao seu lado! Estupefata, a multidão ouviu o diálogo: – Senhor, se queres pode purificar-me – Disse o leproso, ao que ”Jesus, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo” (e imediatamente o leproso foi curado).
Dentre as várias lições que podemos tirar dessa história, eu proponho o nosso encontro com Jesus que, por mais disponível que ele esteja, é requerido de nós algum esforço! Para encontrarmos Jesus se faz necessário orar, ler a Bíblia, meditar, ter fé e crer; é preciso ir até Ele. Em Isaías 55:6 nós somos intimados: “Buscai o Senhor” e Mateus 6:33 é adicionado que essa busca deve ser “com prioridade”.
Assinar:
Postagens (Atom)