Adolfo S. Suárez
Jorge, um jovem cristão, estava se preparando para uma viagem de férias. Seu
amigo Alberto veio buscá-lo, e perguntou-lhe:
- Já arrumou suas coisas? Está tudo pronto?
- “Quase” – respondeu Jorge. “Só falta pôr mais umas coisinhas na mala”,
e começou a ler uma lista:
* um mapa
* uma lâmpada
* uma bússola
* um espelho
* uma cesta de comida
* alguns livros de poesia
* algumas biografias
* uma coletânea de cartas antigas
* um livro de cânticos
* um livro de histórias
* um metro
* um prumo
* um martelo
* uma espada
* um capacete
A essa altura, o amigo já estava apavorado:
- Mas, rapaz, o carro já está cheio, não vai dar
para você levar tudo isso!
- “Acalme-se” – disse Jorge; “está tudo aqui!”, e mostrou-lhe sua Bíblia.
- “Acalme-se” – disse Jorge; “está tudo aqui!”, e mostrou-lhe sua Bíblia.
De fato, a
Bíblia é a concentração de diversos elementos necessários à vida humana:
esperança, guia, verdade, luz, reflexão etc. E por isso é um livro tão
extraordinário, que dificilmente conseguimos imaginar a história humana sem
esse tesouro imensurável. Como constata o linguista norte-americano Jack Miles,
a Bíblia “vem sendo lida em voz alta, toda semana, há 2 mil anos, para plateias
que a recebem com total seriedade, procurando conscientemente assimilar ao
máximo a sua influência. Sob este aspecto, não tem paralelos na literatura
universal e provavelmente em nenhuma outra literatura”.[1]
E por que
a Bíblia se tornou imprescindível para nós? Para responder a essa pergunta é
imperativo lembrar as fontes fundamentais do conhecimento humano. Em seu livro Filosofia & Educação, o Dr. George
Knight argumenta que as fontes do conhecimento são os sentidos, a autoridade, a
razão e a intuição.[2]
Sem essas fontes, o conhecimento humano não é possível. Entretanto, há questões
cruciais que ficam sem resposta diante da limitação dessas fontes originárias
do conhecimento humano, perguntas como: “Quem sou eu? De onde eu vim? Para onde
estou indo? Existe algum propósito para a existência humana? Para onde a
história se dirige?”.[3]
Para não
deixar ao ser humano no desespero, a Bíblia constitui-se numa quinta fonte de
conhecimento: a revelação, “a comunicação de Deus no que tange à vontade
divina”.[4]
Mais do que comunicar ou exemplificar a revelação, a Bíblia é a própria
revelação, tendo como premissa básica “a convicção de que Deus revelou a Si
mesmo e aos Seus caminhos na Santa Escritura”. Quando lemos a Bíblia, “temos
acesso direto à revelação de um Ser pessoal que criou todas as coisas”.[5]
A CONFIABILIDADE DA PALAVRA DE DEUS
Antes de
tratar da temática do benefício do estudo da Bíblia, convém refletir sobre uma
questão fundamental em nossos dias: a confiabilidade e relevância das Escrituras
Sagradas. “Em nossa cultura, que muitos chamam de ‘pós-moderna’, os entendidos
no assunto afirmam que as pessoas não se interessam pela verdade, e menos ainda
por textos de linguagem categórica como a Bíblia”.[6] Em
grande medida, essa percepção surge em decorrência da compreensão de que a
linguagem deve ser compreendida como um jogo com suas respectivas regras. O
responsável por sistematizar esse entendimento da linguagem foi o filósofo
austríaco Ludwig Wittgenstein, o qual afirmou que “a linguagem disfarça o
pensamento. A tal ponto que da forma exterior da roupagem não é possível
inferir a forma do pensamento subjacente”.[7] Ou
seja, não pode haver interpretação específica, particular, porque não
conhecemos a ideia matriz.
Quando
aplicada à Bíblia, a compreensão da linguagem como um jogo com suas respectivas
regras obviamente diminui e até contesta sua relevância e confiabilidade, pois
“o contexto do leitor é que determina a interpretação do texto”.[8]
Assim, as pessoas dizem com muita facilidade e segurança: “O que a Bíblia diz
foi importante para as pessoas e a época em que ela foi escrita. Mas os tempos
mudaram; precisamos reinterpretá-la”.
Outro
pensamento que subjaz à perda da confiabilidade e relevância da Bíblia é o que
o pensador francês Jean-François Lyotard chama de “falência das
metanarrativas”, que consiste na negação da existência de uma cosmovisão
universal, de um discurso estrutural que dê sentido à vida.[9] E
como a Bíblia está no fundamento de uma metanarrativa, então – pensam alguns –
ela deve ser rejeitada, juntamente com os seus ensinos totalitaristas. No
máximo, a Bíblia deve ser considerada uma coleção de mitos, mas que pouco ou
nada dizem a respeito da realidade atual. Assim, nega-se a história abrangente
e universal proposta pelo cristianismo e, claro, pela Palavra de Deus. O
curioso é que “a única exceção a esta negação de histórias abrangentes é a
ideia abrangente de que não existem ideias abrangentes!”.[10]
De modo
que pastores, professores de Escola Sabatina e todo adventista em geral devem
estar preparados para dialogar com aqueles que, considerando-se pós-modernos,
relativizam tudo, especialmente a Verdade, considerando-a antiintelectual.
Diante da afirmação de que tudo é relativo, de que tudo depende do contexto,
alerte as pessoas de que, caso queiram aplicar esse raciocínio à Bíblia,
deveriam também aplicá-lo à sua afirmação. Ou seja, se tudo é relativo, logo,
essa própria afirmação é relativa.
Com os
avanços recentes da arqueologia, por exemplo, podemos afirmar categoricamente
que a Bíblia é confiável no seu conteúdo e veraz em sua história. Além do que
ela é eficaz no seu poder de transformar aquele que a lê e lhe obedece as suas
palavras.
OS
BENEFÍCIOS ESPIRITUAIS DO ESTUDO DA BÍBLIA
Como
afirmam Howard e William Hendricks, o estudo da Bíblia não é opcional, mas
essencial.[11]
Obviamente, sua leitura é essencial para a vida espiritual; neste sentido, os
benefícios ocorrem em três direções.[12]
O estudo da Bíblia é essencial para crescer
De acordo
com o apóstolo Pedro, o estudo da Palavra proporciona crescimento. Assim ele se
expressa em 1 Pedro 2:2:
Como crianças recém-nascidas, desejem de coração o
leite espiritual puro, para que por meio dele cresçam para a salvação (NVI).
Do verso
citado acima, três palavras devem ser destacadas. A primeira é como, que indica atitude. Para o recém
nascido, buscar o peito da mãe ou a mamadeira é algo natural, necessário para o
sustento físico; de igual modo, diz o apóstolo, o cristão precisa desenvolver a
atitude natural de buscar, querer, o Livro Sagrado, para o sustento espiritual.
A segunda
palavra que merece ser destacada é desejem,
que indica vontade e apetite; mais do que isso: é “anelar”, “desejar muito”,
atribuindo-lhe um sentido intensivo.[13]
Assim como a criança deseja alimentar-se do leite materno, o cristão
alimenta-se da Escritura, e o faz com desejo intenso, sabendo que assim cresce
à estatura de Cristo.
Em
terceiro lugar, destaco a expressão para
que, a qual indica alvo, objetivo. No entender do apóstolo, o objetivo é o
crescimento para a salvação. É importante notar que o texto sagrado não diz que
o alvo de alimentar-se da Palavra é conhecer, mas crescer. Certamente não
podemos crescer sem conhecer a Sagrada da Escritura, embora possamos conhecê-la
e não crescer. Como? Há pessoas para quem a Bíblia é apenas uma fonte de
curiosidade; o resultado é que essas pessoas se tornam pecadoras esclarecidas,
nada mais do que isso. Já outras pessoas encaram a Palavra como normativa, e
recebem a Cristo como o Salvador; o resultado é que essas pessoas crescem à
estatura do Salvador.
O estudo da Bíblia é essencial para a maturidade
espiritual
Além de
ser essencial para o crescimento, a Palavra de Deus tem outro papel fundamental
na vida do cristão, conforme explicado pelo apóstolo Paulo em Hebreus: 5:11-14:
Quanto a isso [Cristo],
temos muito que dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês se tornaram
lentos para aprender. De fato, embora a esta altura já devessem ser mestres,
vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da
palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido! Quem se
alimenta de leite ainda é criança, e não tem experiência no ensino da justiça.
Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais, pelo exercício constante,
tornaram-se aptos para discernir tanto o bem quanto o mal.
O escritor bíblico afirma que tem muito conteúdo a comunicar,
mas que é difícil explicá-lo, e a dificuldade não ocorre por problemas no
processo da revelação. As dificuldades surgiram devido à lentidão do
aprendizado dos receptores da mensagem. Então, a palavra chave nesta passagem é
tempo: com o passar do tempo os
filhos de Deus precisam sair da imaturidade para a maturidade, do leite para o
alimento sólido. E como essa maturidade pode ser discernida? Pela aptidão para
discernir tanto o bem quanto o mal. Assim, a “marca da maturidade espiritual
não quanto nós sabemos, mas quanto nós usamos. No reino espiritual, o oposto de
ignorância não é conhecimento, mas obediência”.[14]
O estudo da Bíblia é essencial para a eficácia
espiritual
O terceiro
benefício espiritual decorrente do estudo da Bíblia é apontado no livro de 2
Timóteo 3:16-17:
Toda a
Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a
correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e
plenamente preparado para toda boa obra.
O apóstolo
Paulo escreve da perspectiva hebraica de educação; neste sentido, sua
compreensão de ensino e aprendizado não estava ligada meramente ao conhecimento
ou preparo intelectual da vida humana. Obviamente, esses elementos eram
considerados importantes, mas o alvo final do processo educacional era uma vida
espiritual eficaz, percebida por um comportamento santo e um estilo de vida que
refletisse a ação de Deus na vida, transformando-a.[15]
OS
BENEFÍCIOS INTELECTUAIS DO ESTUDO DA BÍBLIA
Como
afirma James Braga, “um dos maiores privilégios que Deus concedeu a Seus filhos
é a oportunidade de estudar a Sua Palavra”,[16]
justamente porque nela encontramos as orientações que Ele nos oferece para um
viver seguro, correto e de acordo com a Sua vontade. Acima de tudo, a Bíblia é
o mapa que nos mostra o caminho que conduz à vida eterna.
Todavia, o benefício do estudo da Bíblia
não se limita ao âmbito religioso ou espiritual. Ellen G. White afirma,
categoricamente, que “como meio para o preparo intelectual, a Bíblia é mais
eficiente do que qualquer outro livro, ou todos os livros reunidos”.[17] Essa
afirmação é surpreendente! É possível que algumas pessoas digam: “Não tenho
dúvida da importância da Bíblia para a minha vida spiritual. Mas, como ela pode
me ajudar na minha cognição, na minha inteligência?”.
De acordo com senhora White, a
contribuição intelectual da Bíblia se fundamenta em três características da
Escritura: “A grandeza de seus temas, a nobre simplicidade de suas declarações,
a beleza de suas imagens”.[18]
Quando analisamos essa declaração, percebemos a riqueza oculta numa declaração
tão despretensiosa. Vamos pensar em cada um desses itens.
Quanto à grandeza dos temas da Bíblia,
podemos afirmar que se exige esforço intelectual complexo na sistematização de seus assuntos:
conhecimento (informação), compreensão (entendimento), aplicação (prática),
análise (diferenciação das partes), síntese (esquematização), avaliação (juízo
de valor). Como exemplo, podemos citar o esforço necessário para a compreensão
de temas amplos, grandiosos, como a luta entre o bem e o mal; neste caso, não
basta apenas dominar a informação do
que significa a luta entre o bem e o mal, pois sua compreensão exige síntese e inclusive avaliação.
Além disso, nossa mente se expande diante
da variedade dos temas bíblicos (polifonia), enquanto que livros
“acadêmicos” abordam apenas um tópico (monofonia).[19]
Mais ainda: Em livros comuns, as idéias são encontradas entre o texto; na Bíblia, somos levados a um contexto mais amplo, diferente do
nosso, e este exercício, por ser complexo e desafiador, torna-se um estimulador
da inteligência.
Também é importante observar que enquanto
que num livro comum o leitor tem um ambiente ou contexto, a Bíblia nos coloca
diante de 66 contextos diferentes,
o que requer relacionamento entre as
partes e contextos para
sua compreensão, exigindo –ao mesmo tempo – olhar restrito e olhar
globalizado.
O professor Sikberto Marks nos lembra que
a leitura da Bíblia permite a prática de diversas estratégias que desenvolvem o
intelecto:
ü Meditação
(atenção intensa do espírito sobre um assunto),
ü Reflexão
(exame de consciência, que desenvolve o senso crítico e subjuga a ingenuidade),
ü Observação
(exame atento e minucioso),
ü Comparação
(confronto de idéias),
ü Cultivo e
aperfeiçoamento de princípios (princípios são a essência do governo da mente).[20]
No que diz respeito à simplicidade das declarações
bíblicas, podemos afirmar que – por incrível que pareça – a simplicidade exige
um raciocínio duplo: primeiro para compreender o difícil, e depois para traduzir isso numa linguagem
compreensível, comum. Isso significa que falar difícil é fácil; o difícil é
falar fácil. O importante disso é que declarações simples harmonizam com a vida
diária, de modo que a leitura da Bíblia nos torna capazes de uma melhor
compreensão da vida complexa e da vida
comum.
Imagine a simplicidade, e ao mesmo tempo a
profundidade, escondidas em versos como “o Senhor é o meu Pastor, nada me
faltará”. Ou “o reino dos céus é semelhante ao fermento”. Ou, ainda, “posso
todas as coisas naquEle que me fortalece”. Se bem que essas afirmações sugerem
coisas facilmente compreensíveis, como o cuidado de Deus por nós ou a maneira
como Deus trabalha em nossa vida, é também verdade que elas nos colocam diante
de temas profundos: Por que às vezes, aparentemente, Deus cuida de uns e não de
outros? Por que Deus alcança rapidamente o coração de uns, enquanto que outros
demoram tanto a se entregarem a Ele?
Finalmente, outra
característica da Escritura que contribui para o desenvolvimento de nosso
intelecto é a beleza da suas imagens. Não há dúvidas de que as diversas
metáforas e parábolas da Bíblia de certo modo nos levam ao mundo do faz de conta, do imaginário,
possibilitando criatividade, liberdade e maior aplicabilidade. Por outro lado,
os temas profundos e espirituais ficam mais compreensíveis e concretos pelas
imagens que a Bíblia apresenta, as quais também ajudam a fixar o conhecimento.
CONCLUSÃO
A Bíblia é um livro
singular, e essa unicidade aponta para a sua origem divina. A singularidade da
Escritura pode ser verificada em pelo menos quatro aspectos:[21]
ü
Primeiro, ela é
singular em sua produção. Sendo um só livro, é, contudo, formada de
vários livros. Além disso, não é meramente uma coleção de histórias, cartas ou
poesias. É uma perfeita unidade, progressiva e harmoniosa, girando sempre em torno
de um assunto e uma pessoa: salvação em Jesus. E, diferenciando-se abismalmente
de qualquer outro livro, a Bíblia foi escrita em aproximadamente 1500 anos, em
três idiomas diferentes, em três continentes diferentes e por autores
fantasticamente diversos, dentre os quais um construtor de tendas, um médico,
dois carpinteiros, dois pescadores, alguns reis, um oficial da nobreza etc.
ü
Segundo, ela é
singular em sua preservação. Provavelmente seja o livro mais perseguido
de toda a história do mundo. De fato, muitos tentaram proibi-la e destruí-la;
mas seus esforços foram vãos. Ela é uma bigorna que tem esmiuçado muitos
martelos.
ü
Terceiro, ela é
singular em suas proclamações. Na época de sua escrita, mais de um
quarto de seu conteúdo era profético, a maior parte tendo já se cumprido com
espantosa precisão. Seus temas abrangem desde o Céu até o inferno, do Bem ao
mal, do Criador à criatura, do passado ao futuro, passando pelo presente.
ü
Finalmente, ela
é singular pelo seu resultado. Como nenhum outro livro, a Bíblia influenciou
e influencia profundamente a cultura, o pensamento e história do mundo,
modelando a arte, a música, a moralidade, a oratória, a lei, a política, a
filosofia e a literatura. Além de influenciar pessoas, é claro.
Diante de um livro tão
especial – dádiva do Céu à Terra – o que podemos fazer? Temos quatro alternativas
corretas: estudá-la, amá-la, seguir seus preceitos e ensiná-la aos outros. Façamos
isso, e seremos não apenas ótimos pastores, professores de Escola Sabatina
etc., mas, acima de tudo, fiéis e felizes filhos e filhas de Deus.
[1] Jack Miles. Deus:
Uma Biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 16.
[2] George R. Knight.
Filosofia e Educação – Uma Introdução da Perspectiva Cristã, 4ª Ed.
Engenheiro Coelho, SP: UNASPRESS, 2010, p. 29-31.
[3] Bruce Wilkinson & Kenneth Boa. Descobrindo a Bíblia. São Paulo:
Candeia, 2000, p.vii.
[4] George R. Knight.
Filosofia e Educação, p. 29.
[5] Bruce Wilkinson & Kenneth Boa. Descobrindo a Bíblia, p.vii.
[6] Amy Orr-Ewing. Por
que confiar na Bíblia? Respostas a Dez Perguntas Difíceis. Viçosa, MG:
2008, p. 13, 14.
[7] Ludwig Wittgenstein. Tractatus logico-philosophicus. São Paulo: EDUSP, 1993.
[8] Amy Orr-Ewing. Por
que confiar na Bíblia?, p. 19.
[9] Jean-François Lyotard. A
Condição Pós-Moderna. São Paulo: José Olympio, 2002.
[10] Amy Orr-Ewing. Por
que confiar na Bíblia?, p. 20.
[11] Howard G.
Hendricks e William D. Hendricks. Living
by the Book. Chicago: Moody Press, 1991, p. 18.
[12] Esta seção fundamenta-se em Howard G. Hendricks e
William D. Hendricks. Living by the Book,
p. 18 a 22.
[13] Russell Norrman Champlin. O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo. Vol. VI. São
Paulo: Milenium, 1982, p. 113.
[14] Howard G.
Hendricks e William D. Hendricks. Living
by the Book, p. 21.
[15] Lawrence Richards. Comentário Bíblico do Professor –
Um Guia Didático Completo para Ajudar
no Ensino das Escrituras Sagradas do Gênesis ao Apocalipse. São Paulo:
Vida, 2004, p. 1123.
[16] James Braga. Como
Estudar a Bíblia. [S. L.]: Vida, 1991, p. 7.
[17] Ellen G. White. Educação,
9ª Ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003, p. 124.
[18] Ellen G. White. Educação, p. 124.
[19] Sikberto Marks, Ruptura da Mente: Excelência Profissional Através da Leitura
e Estudo de Pérolas - A Estratégia Revolucionária do Alto Desempenho Pessoal no
Terceiro Milênio. Ijuí - RS: [s. n.], 1998, p. 272.
[20] Sikberto Marks, Ruptura da Mente, p. 281-285.
[21] Bruce Wilkinson & Kenneth Boa. Descobrindo a Bíblia p. viii a x.
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